Janete Anderman é uma artista de origem paranaense que faz de suas fotografias um veículo para uma relação sagrada com a natureza. Se quiser conhecer melhor seu trabalho, siga por aqui.
Janete Anderman é uma artista de origem paranaense que faz de suas fotografias um veículo para uma relação sagrada com a natureza. Se quiser conhecer melhor seu trabalho, siga por aqui.
Namio Harukawa é um artista japonês que traz aos nossos olhares uma perspectiva extremamente realista e erótica de indivíduos retratados em cenas de Facesitting.
Rabos, coxas, seios. Tudo muito volumoso e fetichista!
“O Facesitting (em português, “sentar na cara”) é uma prática sexual na qual um parceiro (em geral a mulher) se senta sobre o rosto do outro, de forma frontal ou inversa com relação ao mesmo, para permitir ou forçar o contato oral-genital ou oral-anal. Mesmo que necessariamente não seja assim, é comum que essa posição faça parte do BDSM, incluíndo dominação e submissão.” [http://pt.wikipedia.org/wiki/Facesitting]
Para mais Harukawa siga por aqui.
“Papi não está mais triste não, ele está é diferente, acho que é porque ele está escrevendo a tal bananeira, quero dizer a bandalheira que o Lalau quer. Eu tenho que continuar a minha história e vou pedir depois pro tio Lalau se ele não quer pôr o meu caderno na máquina dele, pra ficar livro mesmo. Eu contei pro papi que gosto muito de ser lambida, mas parece que ele nem me escutou, e se eu pudesse eu ficava muito tempo na minha caminha com as pernas abertas mas parece que não pode porque faz mal, e porque tem isso da hora. É só uma hora, quando é mais, a gente ganha mais dinheiro, mas não é todo mundo que tem tanto dinheiro assim pra lamber. O moço falouque quando ele voltar vai trazer umas meias furadinhas pretas pra eu botar. Eu pedi pra ele trazer meias cor-de-rosa porque eu gosto muito de cor-de-rosa e se ele trazer eu disse que vou lamber o piupiu dele bastante tempo, mesmo sem chocolate. Ele disse que eu era uma putinha muito linda. Ele quis também que eu voltasse pra cama outra vez, mas já tinha passado uma hora e tem uma campainha quando a gente fica mais de uma hora no quarto. Aí ele só pediu pra dar um beijo no meu buraquinho lá atrás, eu deixei, ele pôs a língua no meu buraquinho e eu não queria que ele tirasse a língua, mas a campainha tocou de novo. E depois quando ele saiu, eu ouvi uma briga, mas ele disse que ia pagar de um jeito bom, ele usou uma palavra que eu depois perguntei pra mamãe e mami disse que essa palavra que eu perguntei é regiamente. Então regiamente, ele disse. Eu ouvi mami dizer que esse verão bem que a gente podia ir pra praia, mas eu fico triste porque não vamos ter as pessoas pra eu chupar como sorvete e me lamber como gato se lambe. Por que será que ninguém descobriu pra todo mundo ser lambido e todo mundo ia ficar com dinheiro pra comprar tudo o que eu vejo, e todos também iam comprar tudo, porque todo mundo só pensa em comprar tudo. Os meus amiguinhos lá da escola falam sempre dos papi e das mami deles que foram fazer compras, e eu então acho que eles são lambidos todo dia. É mais gostoso ser lambido que lamber, aquele dia que eu lambi o piupiu de chocolate do homem foi gostoso mas acho que é porque tinha chocolate. Sem chocolate eu ainda não lambi ele.”
(O caderno rosa de Lori Lamby - SP: Massao Ohno, 1992.)
[Extraído de http://www.angelfire.com/ri/casadosol/lamby.html]
Srtª. Vitória: Meus problemas parecem se condensar sempre nela!
Dr. P..: Hum!
Srtª Vitória: Não cheguei até aqui sem dor, sem saber o valor de minhas lágrimas.
Dr. P.: E, como você lida com isso?
Srtª Vitória: Eu não tento lidar, muito menos entender…
…
Olha! Não estou querendo dizer que ela faz tudo de maneira absolutamente consciente, mas suas ações me afetam. A maneira que ela se porta em relação a outras mulheres mexem comigo. Claro que não me cabe interferir em suas fantasias ou na maneira como lida com elas, mas suas descrições me cegam Às vezes.
Dr. P.: Que tipo de descrições?
Srtª Vitória: Ela sempre me falou de seu desejo por mulheres com um ar sublime e inebriante.
Dr. P.: E, por que isso deveria causar todo esse estrago em você?
Srtª Vitória: Por conta da teoria pálpebra-buceta dela!
…
Segundo ela, as cores dos lábios de uma boceta podem ser descobertas pelas cores das pálpebras da moça! Senhor! Não sai de minha cabeça que toda vez que ela olha nos olhos de alguma mulher, está na verdade passando a língua em sua vulva!
Dr. P.: Desenvolva!
Tudo é reformado nesse mundo de meu deus, ou do teu, ou da nossa, ou de nossos!
Reformas íntimas foram necessárias.
O Olho descobriu que sexo em sua vida não é compulsão.
Fez terapia.
Parou de putaria.
Cansou.
Voltou pra putaria.
E, como fez putaria!
Mas, nunca deixou de olhar, e, desejosamente, como olhou.
Novos olhares, melhores olhares, deliciosos olhares.
Em poucas palavras, sejam bem vindos novamente.
Here we goooo!
Manifesto do Hotel Chelsea
“Considerando que pintei monocromias por quinze anos,
Considerando que eu criei estados de pintura imaterial
Considerando que eu manipulei as forças do vazio,
Considerando que esculpi o fogo e a água, e que do fogo e da água, eu extrai as pinturas,
Considerando que eu me servi de pincéis vivos para pintar, em outras palavras, do corpo nu de modelos vivos revestidos com tinta, esses pincéis vivos estão constantemente vivendo sob as minhas ordens, do tipo: ‘um pouco à direita; e agora à esquerda; mais uma vez, um pouco para a direita’, etc. Por minha parte, eu resolvi o problema de distanciamento em manter-me a uma distância definida e obrigatória da superfície a ser pintada. [...]“
(Yves Klein, 1928-1962, tradução minha).
“[...] Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d’amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar! [...]“
Casimiro de Abreu (1839-1860).